AMMONIO SACCAS PDF

This latter view has both been subsequently contested [5] and supported [6] [7] by more recent scholarship. Some scholars supporting the view of the Indian origins of Ammonius Saccas have also contended that said ancestry is consistent with the passion of his foremost student Plotinus for India, and helps to explain the philosophical similarities between Vedanta and Neoplatonism which are increasingly attributed to Indian influence. The most famous pupil of Ammonius Saccas was Plotinus who studied under Ammonius for eleven years. According to Porphyry, in , at the age of 28, Plotinus went to Alexandria to study philosophy: In his twenty-eighth year he [Plotinus] felt the impulse to study philosophy and was recommended to the teachers in Alexandria who then had the highest reputation; but he came away from their lectures so depressed and full of sadness that he told his trouble to one of his friends. The friend, understanding the desire of his heart, sent him to Ammonius, whom he had not so far tried. He went and heard him, and said to his friend, "This is the man I was looking for.

Author:Tenos JoJolrajas
Country:Honduras
Language:English (Spanish)
Genre:Health and Food
Published (Last):12 October 2008
Pages:314
PDF File Size:8.99 Mb
ePub File Size:15.32 Mb
ISBN:262-9-37820-936-8
Downloads:77817
Price:Free* [*Free Regsitration Required]
Uploader:Kagasho



Indique Esta Pбgina para seus amigos! Estudantes mais jovens empreendiam os rigorosos estudos de matemбtica, astronomia e filosofia, estabelecidos por Platгo, enquanto que discнpulos maduros do mestre se engajavam em discussхes exploratуrias das proporзхes dinвmicas entre as idйias arquetнpicas e a geometria viva do cosmos. Spкusipo, Xenуcrates e Pуlemon mantiveram a tradiзгo Pitagуrica dentro da escola, elaborando os ensinamentos de Platгo e aplicando-os a cada departamento da Natureza.

Embora discнpulo de Platгo, Aristуteles, houvesse hб muito estabelecido o rival Liceu, em oposiзгo aos elementos Pitagуricos essenciais nas doutrinas Platфnicas, foi a Mйdia, ou Nova, Academia que os abandonou por uma forma de ceticismo filosуfico grego.

A argumentaзгo deixou de ser um subsнdio para viver a vida filosуfica e se tornou um fim em si mesmo, e os ensinamentos de Platгo foram virtualmente abandonados por aqueles que viam a si mesmos como seus herdeiros. Por volta do sйculo I AC, Atenas ainda permanecia como um centro intelectual, mas seu papel social e polнtico havia sido eclipsado por outras cidades, e seus filуsofos eram inбbeis tanto para gerar originalidade no pensamento quanto para chegar alйm dos limites da Grйcia.

A tocha da criatividade passou para Alexandria, onde surgiu uma outra Academia para ofuscar e sobreviver а sua progenitora.

Alexandria era o ponto focal do mundo Mediterrвneo, atraindo para suas fervilhantes ruas romanos, gregos, judeus, egнpcios, nъbios, persas, indianos e uma hoste de outros. Uma intensa inter-fertilizaзгo religiosa e intelectual produziu incontбveis facзхes litigantes e cultos abortivos, mas forneceu tambйm a arena em que emergiram uma profunda visгo espiritual e filosуfica. Mesmo conquanto parcialmente destruнda por tropas de Jъlio Cйsar no tempo de Cleуpatra, a mundialmente afamada Biblioteca continuava a encorajar a investigaзгo erudita nos sistemas filosуficos.

As idйias religiosas orientais estimularam uma volta ao pensamento original de Pitбgoras e Platгo. Na йpoca de Cйsar Augusto, Juba II, Rei da Lнbia, mostrou tamanho interesse em Pitбgoras que tratados espъrios foram produzidos para seu consumo, enquanto que Apolфnio de Tiana esposou tanto o ensinamento e prбtica Pitagуricos em sua vida que foi amplamente reconhecido por seu entendimento intuitivo de seu mestre.

O interesse em Pitбgoras naturalmente conduziu a um renovado interesse nos ensinamentos de Platгo. Eudoro de Alexandria escreveu comentбrios sobre o Timeu em torno de 25 DC, E Trasilo, um mago na tradiзгo Caldйia e astrуlogo do imperador Tibйrio, arranjou os diбlogos Platфnicos em uma ordem imaginada para auxiliar a apresentaзгo do pensamento Platфnico para o leitor.

Theon de Esmirna elaborou as doutrinas matemбticas de Platгo em um tratado que atй hoje sobrevive. Clбudio Galeno - o celebrado Galeno da medicina - seguiu a filosofia Platфnica ao menor detalhe, e Celso, que disputou a verdade e as fontes da ortodoxia Cristг com Orнgenes, era um declarado Platфnico. Numкnio de Apamйia reuniu os ensinamentos de Pitбgoras e Platгo e sustentava que sua sabedoria havia originalmente vindo do Oriente.

A receptividade Alexandrina аs idйias preservadas no Oriente, o interesse filosуfico nos puros ensinamentos da tradiзгo Pitagуrico-Platфnica e o reconhecimento de que as verdades devem ser vivenciadas para ser plenamente entendidas, estabeleceu o campo onde os ensinamentos da Religiгo-Sabedoria poderiam germinar e crescer novamente. O que era preciso era um instrutor que pudesse emoldurar idйias universais em uma linguagem comum compreensнvel e que pudesse treinar discнpulos de visгo e devoзгo suficientes para evocar aquelas idйias de cada tradiзгo.

Amфnio Sacas nasceu em torno de DC de pais Cristгos que tentaram educб-lo na fй. Desde a tenra meninice, contudo, ele foi repelido pelo extremo dogmatismo que caracterizava o vociferante movimento Cristгo de Alexandria. Desgostoso com as tendкncias mediъnicas e supersticiosas permitidas por numerosos devotos Cristгos, ele mergulhou na anбlise filosуfica da antiga religiгo helenнstica.

Sua busca de um entendimento da natureza das coisas foi nutrido pela convicзгo de que o indivнduo deveria praticar as verdades que aprendesse em todos os contextos caso objetivasse compreendк-las completamente.

A devoзгo aos seus estudos levou-o a uma profunda apreciaзгo do ensinamento de Platгo, e ele encontrou ali um espнrito de questionamento que ajustou-se ao seu interesse em descobrir uma filosofia universal. Sua meditaзгo persistente sobre estes ensinamentos abriu caminho para que recebesse insights iluminados atravйs de sonhos e visхes.

Com propriedade, Hiйrocles chamou-o de Theodidaktos, "ensinado por Deus", pois ele fundia uma mente vigorosa com uma intuiзгo desperta. Esta combinaзгo emprestou tamanha claridade e forзa а sua compreensгo de Platгo e apreciaзгo de Pitбgoras que ele foi reconhecido amplamente como o fundador do Neoplatonismo.

Este movimento enfim insuflaria uma vida nova nas Academias Alexandrina e Ateniense e encorajaria os estudantes a viver a vida filosуfica ao invйs de apenas discutн-la. Depois de um longo perнodo de retiro para estudo e meditaзгo, Amфnio estabeleceu uma escola de filosofia em Alexandria em DC.

Ele ensinava oralmente, e invariavelmente recusava confiar seu pensamento а forma escrita. Porfнrio escreveu que "Erкnio, Orнgenes e Plotino fizeram uma promessa mъtua de nгo divulgar a doutrina de Amфnio: mas tendo Erкnio quebrado o acordo, Orнgenes e Plotino jб nгo se sentiram obrigados por ele".

De qualquer modo, Amфnio mantinha um cнrculo interno, ao qual os trкs pertenciam. Enquanto que a revelaзгo de Erкnio foi perdida para a histуria, Orнgenes e Plotino transmitiram muito do que Amфnio lhes ensinou, mas velado pela linguagem de seus prуprios pensamentos. Ambos honravam os Mistйrios. Clemente de Alexandria, que louvou extensamente a Amфnio, estava bem a par de que havia uma escola esotйrica no Cristianismo primitivo, pois era um de seus membros, e й provбvel que Orнgenes soubesse o mesmo.

Plotino, de acordo com o testemunho de Porfнrio, conheceu o significado dos Mistйrios diretamente atravйs de suas prуprias iluminaзхes extбticas.

Os detalhes dos ensinamentos de Amфnio podem ser desconhecidos, mas o fato de que tenha tido discнpulos tгo leais de diferentes escolas de pensamento demonstra que sua doutrina era tгo universal que podia acomodar uma larga variedade de formulaзхes.

Seu ensinamento iniciava-se com a proposiзгo de que a Deidade й um princнpio absoluto, completamente transcendente, indescritнvel e incompreensнvel. Nemйsio de Emesa escreveu que desta pressuposiзгo inicial Amфnio concluнra que a alma humana й uma radiaзгo imortal da alma universal, ou Йter, idкntica a ela em essкncia, e portanto imperecнvel.

Se a alma й imortal e de origem divina, entгo й possнvel a teurgia - a obra divina, a arte da total autotransformaзгo e transvalorizaзгo de toda experiкncia. Amфnio insistia que havia uma base universal para a йtica no coraзгo de todo sistema metafнsico, e que o valor do pensamento mais altamente abstrato reside em sua habilidade de transformar a natureza humana atravйs da luz sagrada que ele revela.

Ele sustentava que cada homem deveria derivar sua йtica do cerne da tradiзгo de seu prуprio povo e elevar sua mente atravйs da meditaзгo. A sabedoria universal dos antigos era a ъnica mгe de todas as verdades, e deixando de lado as querelas sectaristas os povos poderiam viver uma vida cheia de reverкncia mъtua, compromisso com a humanidade e compaixгo para com todas as criaturas.

A prбtica da contemplaзгo, como indicava Plotino, deveria passar atravйs dos estбgios da opiniгo, limitada pelos sentidos e pela percepзгo; da ciкncia, baseada na dialйtica; e enfim atingindo a iluminaзгo intuitiva. Amфnio ensinava que a memуria, tambйm caracterizada por Olimpiodoro como fantasia, era a inimiga do кxtase divino da alma, e o primeiro obstбculo para a clarividкncia espiritual. Mas, dizia Amфnio, para a alma pura nгo seria estranho que outras almas semelhantes revelassem a ela visхes e concepзхes nobres atravйs de seu toque.

Seus ensinamentos mais preciosos eram secretos na melhor tradiзгo de Pitбgoras, e seus discнpulos nгo os revelaram. Como Apolфnio antes dele, Amфnio ensinava que a sabedoria mais profunda devia ser encontrada nas tradicionalmente honorбveis filosofias do Oriente. Ele remontava as origens de sua escola а mesma origem das de Platгo e Pitбgoras - os Livros de Toth-Hermes.

As doutrinas deste Thot ou seu "colйgio", dizia, se originaram com os primeiros sбbios Brвmanes da Нndia. A tolerвncia universal de Amфnio й caracterнstica do catenoteнsmo da verdadeira tradiзгo Hermйtica que jamais adorou "um deus" individual, mas sempre "os Deuses Unos" de todas as teogonias.

Ele ensinou seus discнpulos a nгo venerar as imagens exotйricas e supersticiosas dos diversos deuses, mas procurar por hypnуia, ou "significado oculto" destes deuses. Seus discнpulos vieram a ser chamados de Analogistas por causa de seu ensinamento de que todas as lendas, mitos e mistйrios sacros deviam ser entendidos а luz do princнpio da analogia e correspondкncia, onde todos os eventos externos manifestados representam processos interiores e operaзхes da alma. Este ecletismo, que foi delineado por Diуgenes Laйrcio atй o Pot-Amon ptolemaico, era, para Amфnio, central para a pesquisa da Universal Sabedoria Divina - a Theosophia - dos antigos.

Aplicando estes princнpios, Amфnio procurou demonstrar, por exemplo, que as filosofias de Platгo e Aristуteles poderiam ser harmonizadas se corretamente entendidas, e que se o Evangelho segundo Sгo Joгo fosse tomado em seu fundamento filosуfico, a doutrina Cristг poderia ser vista como uma expressгo autкntica da sabedoria perene.

Jesus, ele ensinava, foi um homem excelente e "amigo de Deus", que buscou reinstituir e restaurar a pristina sabedoria dos antigos а sua integridade original, purgando a religiгo popular de seu acъmulo de conceitos, mentiras e superstiзхes, e expondo os princнpios filosуficos necessбrios а uma vida de pura devoзгo.

Amфnio sustentava que o sectarismo surge pelo amбlgama da superstiзгo com a fraqueza humana. Quem nгo pratica a vida filosуfica invariavelmente corromperб tanto a filosofia como a religiгo, personalizando e materializando-as. A escola de Amфnio existia longe dos cнrculos da moda de sua йpoca. Os estudantes se lhe eram atraнdos um a um, muitas vezes depois de considerarem estйreis os ensinamentos convencionais dos outros, e cada um estudaria com ele e depois iria pelo mundo para praticar o que havia aprendido, de acordo com seu melhor entendimento.

A escola de Amфnio era dividida em trкs graus - neуfitos, iniciados e mestres - e todos eram ligados por votos e juramentos de preservar o segredo dos ensinamentos de seus respectivos graus.

As regras da escola eram derivadas dos Mistйrios de Orfeu, que, segundo Herуdoto, foram trazidos da Нndia. Entre os discнpulos mais importantes de Amфnio estava Orнgenes Adamвncio, o Cristгo, que mais tarde se tornou o diretor da escola catequйtica em Alexandria, onde se distinguiu como o mais habilidoso porta-voz da nova fй no mundo Mediterrвneo.

Seus extensos comentбrios alegуricos e espirituais sobre as escrituras do Velho e Novo Testamentosderam origem а trнplice interpretaзгo da escritura - literal, simbуlica e espiritual - que influenciou poderosamente os pensadores da Renascenзa, incluindo Pico della Mirandola.

Orнgenes tambйm ensinava uma doutrina de reencarnaзгo e de perfectibilidade atravйs de meios e esforзos auto-desenvolvidos. Orнgenes foi solicitado pela Igreja para refutar os escritos de Celso, tambйm um membro da escola de Amфnio. Celso havia demonstrado que as formas originais e mais puras da doutrina Cristг haviam de ser encontradas nos ensinamentos de Platгo.

Ele tambйm havia acusado o Cristianismo popular de aceitar os elementos mais supersticiosos do pensamento pagгo e de interpolar passagens mal-entendidas do Livro das Sibilas nas suas doutrinas.

Orнgenes conseguiu citar Celso copiosamente, mas fez pouco para refutб-lo, de modo que na altura do sйculo V a Igreja nгo teve recurso senгo ordenar a destruiзгo de todos os escritos de Celso.

Й dito que uma cуpia de seu Verdadeira Doutrina ainda sobrevive nos recessos do Monte Athos. Muitos dos discнpulos de Amфnio buscaram demonstrar a sabedoria universal que subjaz nas vбrias tradiзхes, incluindo um segundo Orнgenes que estudou com Amфnio e se tornou filуsofo Neoplatфnico e escreveu comentбrios sobre vбrios diбlogos.

Erкnio, um outro estudante, destacou-se ao definir a metafнsica como aquilo que estб por trбs da esfera da natureza. Longino, um filуlogo mais do que um filуsofo, levou as idйias de Amфnio para o вmbito polнtico como ministro da Rainha Zenуbia de Palmira.

Ele й identificado como o autor do Sobre o Sublime, uma obra substancial e penetrante sobre a estйtica. Porfнrio estudou com Longino antes de se tornar um discнpulo de Plotino.

O prуprio Plotino foi o mais ilustre discнpulo de Amфnio, estudando com o mestre por onze anos antes de fundar uma escola prуpria em Roma. Como Amфnio, ele era conhecido por uma vida de simplicidade, integridade e pureza, e nгo confiou seus ensinamentos ao escrito atй que foi convencido disto por seus discнpulos, tarde na vida. Sua Enйadas, organizadas por Porfнrio, й a mais profunda elaboraзгo do pensamento Neoplatфnico.

Os discнpulos de Amфnio receberam vбrios nomes associados аs suas atividades, mas talvez o mais significativo foi o de Filaleteus - amigos da verdade - porque estavam abertos а sabedoria onde quer que ela pudesse ser encontrada. Tambйm eram conhecidos como Extбticos, porque buscavam, atravйs da meditaзгo, a uniгo consciente com a fonte inefбvel que transcende todas as limitaзхes de forma e matйria. Amфnio chamava sua filosofia espiritual de Teosofia Eclйtica, pois ele buscava a Sabedoria Divina em todas as tradiзхes que a preservavam em suas doutrinas veladas e nos seus fragmentos imaculados da verdade.

Amфnio morreu em torno da metade do sйculo III, mas sua escola perdurou atй o inнcio do sйculo V e as depredaзхes de Teуfilo e Sгo Cirilo, o assassino de Hipбtia. Em Roma, atravйs da escola de Plotino, e em Atenas, atravйs da Academia revitalizada com Neoplatфnicos como Proclo, os ensinamentos de Amфnio continuaram a fermentar o mundo Mediterrвneo atй o inнcio do sйculo VI.

Depois, com o zeloso sectarismo de Justiniano, a Academia foi fechada e suas propriedades confiscadas. Os ъltimos sete homens sбbios do Oriente, o grupo de Neoplatфnicos remanescentes, partiu para a Pйrsia e Нndia, e o reinado da sabedoria terminou. Amфnio havia ensinado os segredos dos Mistйrios como e quando apropriado, nгo registrando nada, mas abrindo tantas portas quantas em que a pessoa pudesse sabiamente adentrar.

Ele trabalhou pelo o futuro em meio das limitaзхes de sua йpoca. A marca que deixou na histуria da aspiraзгo humana й tгo profunda e durбvel quanto invisнvel. Mesmo quando a estrutura institucional e a prбtica dos Mistйrios estavam rapidamente entrando em decadкncia, ele as estabeleceu em uma nova fundaзгo que as garantiu para indivнduos que chegariam a elas separadamente, com a vontade e capacidade de seguir as disciplinas mentais e morais necessбrias para descerrar a porta do espнrito imortal.

E ele й estimado entre todos que, seja entre seus amigos e companheiros, no meio de inimigos ou daqueles que permanecem distantes ou neutros, com aqueles que amam e com os que odeiam, e na companhia dos pecadores ou dos justos, tem a mesma mentalidade".

ARTRITE GOTOSA EM PDF

Amônio Sacas

.

L27 ORTHOGONAL ARRAY PDF

Ammonio Sacca

.

EL BARBERILLO DE LAVAPIES PARTITURA PDF

Ammonius Saccas

.

EPHEMERIDES THEOLOGICAE LOVANIENSES PDF

Amonio Saccas

.

Related Articles